RELATO DE UM "PASSEIO"
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Duro é acordar cedo. Marcamos encontro todos por volta das 15 pra 8hs da manhã o que significava qu'eu teria de acordar muito mais cedo pra chegar na Estação de metrô Santana por conta das léguas que moro distante do metrô.
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Meio zonzo as 6 da manhã levantei contrariado e depois da água na cara continuei com sono, embora agora estivesse molhado coisa que até antes da pia do banheiro não rolava. Enfim, depois do ônibus e do Metrô foi fácil. Desci na Sé (linha vermelha) e desci as escadas rolantes que me deixariam na plataforma com destino pro Tucuruvi. Da Sé pro metrô Santana são alguns minutos e logo eu estava lá. Após encontrar todos os amigos e amigas subimos até o terminal de ônibus (que fica na parte superior da estação de metrô) e fomos pra Avenida Cruzeiro do Sul (impar), onde aguardamos o ônibus da linha Horto Florestal/Butantã USP. Há outras opções no terminal como as lotações; aí não custa fazer uma social pra saber qual a linha certa!
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Bem, em dezoito pessoas demoramos coisa de 40 minutos pra chegar no parque. O núcleo Pedra Grande é apenas um dos vários núcleos existentes na Cantareira. Há outros 2 núcleos além deste: 1) O núcleo das Águas Claras e o Engordador. Depois de fazer a Pedra Grande e as Águas Claras terminamos o dia com km de sola contabilizados!!!
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Foi uma puta diversão. A tristeza ficou por conta do nosso poluído horizonte paulistano. Unf!!!!
sábado, 13 de outubro de 2007
Cantareira!!!!!!!!
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Chegar na Cantareira é facim facim!!!!!!
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A maior floresta urbano do planeta tem encravada no seu calcanhar uma das mais poulosas e povoadas cidades do planeta: São Paulo. E isso lhe custa muito caro.
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A Cantareira sofre com o desmatamento, mesmo embora seja um Parque Estadual. A ocupação irregular dos expulsos pela especulação imobiliária das áreas centrais da cidade que soma 40% de quase 300 mil residências desocupadas tem feito a Cantareira sofrer em seus limites na margem com a metrópole. Pior que isso é a ocupação de luxo. Ai o que move os ricaços a edificarem mansões no local é a qualidade de vida, que arrebentam na metrópole: assaltando a mais valia dos empregados, derrubando árvores para construção de mais quartos vazios empilhados uns sobre os outros, movimentando os carros de empresas das quais são presidentes e vendem com seu marketing mentiroso a necessidade de se ter algo desnecessário.
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Enfim, na cidade: o gás carbônico, os automóveis, a miserabilidade, os edifícios arruinam com qualquer possibilidade de qualidade de vida. Daí é batata: Se na metrópole falta qualidade de vida vamos pro pé da Serra. Medonho este fenômeno das mansões ao pé da Cantareira. Mais medonho ainda são as vistas grossas daqueles que se auto intitulam representantes da metrópole que sem cerimônia alguma expulsão populares que moram na Cantareira sobre o pretexto de que a Serra tem de ser preservada, mas os ricaços continuam lá ouvindo o canto do sábia.
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O que assusta é que ela realmente tem de ser preservada. Mas existe a hipocrisia da lei que só vale pra pobre. Somado a isso a incoerência objetivada pelo poder público, que é privado e empresarial em nossa cidade. Essa incoerência expulsa do centro os sem teto em causa da especulação que o poder público-privado-empresarial faz com o setor de moradia e como se não bastasse está a expulsar da periferia.
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Enfim, nem cheguei a falar das mineradoras que estão arrebentando com a Cantareira. Realmente assustador esses tempos!
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Mas vamos a consciência da Serra da Cantareira, pra que ela torne-se referência e assim não desapareça. Pra que ela torne-se referência pra que todos aqueles que têm a sua consciência sintam a dor de cada agressão feita a Serra e que nós venhamos a impedir a sua destruição.
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Portanto, não deixemos que a Cantareira vire uma Praça dentro de um Condomínio de ricaços.
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Alek
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Manifesto Verde!!! Pela experiencia de poder se foder!!!
Este blog não pretende ser um monumento a exaltação do personalismo, do individualismo.
É, sobretudo, uma celebração da amizade entre três pessoas, que com sentimentos e aspirações comuns, optaram por ampliar as dimensões da consciência metendo o pé no mundo.
Pretendemos ampliar este sentido comunitário e agregar mais vidas a este nosso bando.
Que a rebeldia e a subversão nos mova, derrubando a marteladas os muros de concreto erigidos e que todos os caminhos sejam feitos às solas, para que, vejamos os mundos em outra velocidade e tenhamos o tempo de apreciar o que deve ser apreciado e destruir o que deve vir à ruína.
É, sobretudo, uma celebração da amizade entre três pessoas, que com sentimentos e aspirações comuns, optaram por ampliar as dimensões da consciência metendo o pé no mundo.
Pretendemos ampliar este sentido comunitário e agregar mais vidas a este nosso bando.
Que a rebeldia e a subversão nos mova, derrubando a marteladas os muros de concreto erigidos e que todos os caminhos sejam feitos às solas, para que, vejamos os mundos em outra velocidade e tenhamos o tempo de apreciar o que deve ser apreciado e destruir o que deve vir à ruína.
Pela vida animal e vegetal derrube quarteirões de árido concreto e plante vivas árvores!!!
Pé no mundo que a consciência necessita do alimento da prática pra poder viver!!!
ASC
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